O SARS-CoV-2 é produzido e libertado pelos doentes, num padrão semelhante ao do vírus da gripe e que atinge o seu máximo durante o início dos sintomas. Nesse momento, é muito significativo o risco de transmissão da doença, frequentemente por pessoas que apresentam poucos ou nenhuns sintomas. Perante esta doença, contra a qual não dispomos presentemente de um tratamento eficaz, nem tão pouco de uma vacina, a prevenção constitui a nossa principal medida para o seu combate.
Sabemos que cada pessoa infectada transmite o vírus, em média, a outras 2 ou 3 pessoas.
Assim, numa sociedade moderna e urbanizada, se não forem implementadas medidas de contenção eficazes, a propagação desta doença terá um curso exponencial, esgotando rapidamente os recursos de saúde e dificultando ainda mais o tratamento das suas vítimas, bem como dos restantes doentes.